• Pavilhão da Agricultura Familiar da Expointer tem aumento de 15% nas vendas

    Foto: Reprodução
    Um dos lugares mais visitados na Expointer é o Pavilhão da Agricultura Familiar, onde estão expostos produtos de 145 agroindústrias. Durante o primeiro final de semana do evento, as vendas no setor subiram 15% em comparação com o ano passado.
    O secretário de Desenvolvimento Rural Pesca e Cooperativismo, Tarcisio Jose Mineto, exalta o diálogo entre expositores e consumidores. "É o contato direto com a família que produz, ele pergunta como é feito, é um produto com sabor diferenciado. Isso é o que atrai as pessoas", destaca.
    Produtos como o salame colonial são avaliados por uma equipe de especialistas que reúne pesquisadores de alimentos e chefs de cozinha. "Esse é um dos maiores retornos que a agroindústria tem, do que pode melhorar e o que tá muito bom", diz o diretor do Departamento de Agricultura Familiar e Agroindústria, José Alexandre Rodrigues.

    Orgulhosa, a produtora Marli Leite expõe o queijo que já ganhou primeiro lugar em um concurso mundial na França. "Ele participou com mais de 700 queijos de 22 países, e trouxe a medalha para o Brasil, de ouro e superouro na categoria", conta.
    Muitos outros produtos são vendidos, como rapaduras, geleias, pães e sucos. A estudante Micaela Biersante, de 12 anos, se delicia com os sucos de fruta. "Já levei umas 12 garrafinhas", conta, enquanto bebe uma delas. "Sempre suco de maracujá, [sou] fanática por maracujá. Uma delicia", diz.

    Na propriedade da família Finato de Vargas, se produz o leite e mais 13 tipos de queijos. Algumas das receitas são tradicionais, como o queijo com orégano e salame. Outras são antigas, do tempo dos avós, como o queijo curado no vinho.
    "O nome popular seria capa de vinho. Ele absorve o sabor do vinho", conta o produtor Volmir de Vargas.
    O pavilhão ainda tem a chamada lha dos Orgânicos, com 16 expositores exibindo itens como chás, temperos, mel e rapaduras. O produtor Marcelo Nunes Vieira oferece chips de banana verde. "Meu filho leva para a escola. É melhor que salgadinhos industrializados", conta.
    A pedagoga Nara Trapp mal provou o primeiro queijo e já comprou um pedaço. "Uma delicia, de dar água na boca. Estou levando para casa", elogiou. (G1)
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