• Setor de leite em pó quer maior regulação de importação do Mercosul

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     Parlamentares e o setor produtivo de leite em pó elaboraram nesta terça-feira, 29, uma carta listando as medidas necessárias para melhorar a competitividade do Rio Grande do Sul em relação ao tema. A decisão foi tomada durante reunião do Grupo de Trabalho sobre importação de leite em pó, na 40ª Expointer, que está sendo realizada em Esteio (RS), entre os dias 26 de agosto e 3 de setembro.
    De acordo com nota do Sindicato da Indústria de Laticínios do RS (Sindilat), oito medidas principais foram incluídas no documento. Entre elas, a necessidade de o governo retomar compras para tirar o excedente de produto local e regular o mercado, assinalou o presidente do Sindilat-RS, Alexandre Guerra.
    Outro pleito da entidade são as cotas de importação do Uruguai, a exemplo do que já ocorre no caso da Argentina, como uma forma de dar maior previsibilidade ao setor. “Se isso não acontecer, corremos o risco de a Argentina ‘sair fora’ e aí o que está ruim pode ficar pior ainda”, alertou Guerra.
    Em relação ao Rio Grande do Sul, o Sindilat reforçou a importância de suspender os dois decretos que proporcionavam diferimento no ICMS na importação de leite em pó. Além disso, exigiu o equacionamento da guerra fiscal entre Estados e o estímulo à competitividade do setor por meio de mais produtividade.
    Também fazem parte do documento a verificação de triangulação de leite no Uruguai, por causa do volume de entrada e saída do produto no País, o fortalecimento das cooperativas e da assistência técnica e a instituição de uma política de Estado efetiva para o setor lácteo. A carta será enviada ao governo do Estado e aos ministérios da Agricultura e da Indústria e Comércio. (ISTOÉ)
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